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Conheça Serrinha do Alambari -Um paraíso perdido em Resende RJ

 

 

 

Serrinha do Alambari dica situada em Resende RJ bem na encosta leste do parque Nacional de Itatiaia fica um lindo paraíso desconhecido ainda para maioria das pessoas que moram nas cidades vizinhas, possui lindas cachoeiras e paisagem de tirar o fôlego.

Como chegar lá:

Se você vai dirigir infelizmente terá que enfrentar os buracos da RJ163 e pegar a pequena estrada que leva ao  Camping Clube. Recomenda muita cautela para chegar lá. Mas se você quiser pegar um ônibus, existe uma linha direta para Serrinha na rodoviária de Resende.

Horários:

Segunda a sábado saída de Resende às 07h00minh, 12h00minh e 17h00minh. Voltando da Serrinha são: 08h00min, 13h00min e 18h00min. Aos domingos e feriado as saídas são as 07:00h e 15:30 de Resende, e as voltas às 08:00h e 16:30. A Viação Penedo mais informações o telefone deles é – (24) 3381-8861.

 

Onde ficar:

 

Existem várias opções de pousadas, mas fica a dica do site:

Pousada Conquista.

https://www.pousadaconquista.com/

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Serrinha do Alambari Wikipédia

Até o final do século XIX, grande parte da Serrinha do Alambari era coberta pela Mata Atlântica e constituía a parte menos explorada de algumas fazendas. Parte das terras foi aproveitada no auge do ciclo do café em Resende. Ao longo da primeira metade do século XX, as fazendas foram divididas em propriedades menores, dedicadas à lavoura. Plantava-se principalmente arroz, feijão, milho, mandioca e banana, além das frutíferas sempre presentes nos quintais brasileiros tais como jabuticabeiras, goiabeiras, tangerineiras, limoeiros e laranjeiras, entre muitas outras. Entretanto, os solos pobres não permitiam um maior desenvolvimento da agricultura no local. A partir dadécada de 1940, teve início uma ocupação desordenada, com extração de madeira, produção de carvão e desmembramento das terras. Nesta época, logo após a criação do Parque Nacional de Itatiaia – o primeiro do Brasil, intensificou-se o desmatamento na Serrinha. Não existiam ainda as estradas do Camping e do Top Club (estrada dos Artesãos). A madeira e o carvão eram transportados por trilhas em lombo de burro até o ponto onde hoje está a venda e a praça e ali eram embarcados em caminhões para Resende.

As famílias, originadas do sul de Minas Gerais, e também do Vale do Paraíba, plantavam visando principalmente a subsistência. Predominava o sistema da “terça” e da “meia”, mas os colonos se sentiam como se fossem os proprietários. A pecuária extensiva já havia substituído os cafezais e se expandiu também pelos vales e encostas da Serrinha. Entretanto, a exemplo do que ocorreu com a lavoura, não encontrou ali o ambiente mais produtivo. Nos anos 1950 começaram a surgir, em escala bem reduzida, as primeiras construções e loteamentos para veranistas. A instalação do Camping Clube do Brasil, na década de 1970, confirmou a vocação turística da Serrinha e trouxe uma grande transformação para o local: a parte habitada que antes se limitava à vizinhança da venda se expandiu nos dois quilômetros das estradas acima, que, originadas das trilhas, foram lentamente ampliadas e alargadas na base da enxada e da picareta. A população local quase que triplicou e surgiram os problemas relacionados à contaminação dos mananciais, incluindo casos de hepatite. Hábitos oriundos das cidades: vestuário, gírias, etc., foram aos poucos assimilados pela população local.

Portal da APA da Serrinha do Alambari

Mapa da cobertura vegetal da APA da Serrinha do Alambari

Nos anos 1980, o crescimento da procura por ambientes naturais pelos habitantes das grandes cidades, além do aumento da população, teve consequências graves sobre os recursos hídricos da região. Vizinha de Penedo, Visconde de Mauá e do Parque Nacional de Itatiaia, a Serrinha também sofre os efeitos da ocupação urbana e turística. Por outro lado, à medida que aumentava a demanda de serviços para o turismo e novas residências, a vegetação se regenerava nos pastos e lavouras abandonadas. Hoje é notável a presença de mata secundária com aspecto de mata primária.

No ano de 1989, a Associação de Moradores, AMOROSA, tendo em vista a degradação verificada nas localidades vizinhas, levou ao poder público a sua preocupação com a falta de uma política de ocupação sustentável do solo. A Prefeitura de Resende criou então o Grupo de Trabalho para o Desenvolvimento Integrado da Serrinha (GTS), composto por moradores, representantes do poder público municipal, estadual e federal, e também por organizações da sociedade com interesse na área da defesa ambiental. Este processo culminou na implantação da Área de Proteção Ambiental (APA) da Serrinha, criada através da Lei Municipal 1.726 de 1991. Esta foi a primeira unidade de conservação municipal de Resende. Este trabalho foi consolidado com a elaboração do Plano Diretor da APA (Lei nº 1.845 DE 20 de maio de 1994).

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